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Presságios 2010

Presságios 2010

O evento de previsões de Constelar, ao vivo e via Internet!

As previsões para o próximo ano

Quais as perspectivas para o Brasil e o mundo em 2010 e nos anos subseqüentes? Este é o tema do Presságios 2010, que acontece no sábado, 28 de novembro, no salão da CFA – Casa de Francisco de Assis, no bairro carioca de Laranjeiras.

Realizado pela sexta vez consecutiva, o evento deste ano tem como eixo central a grande quadratura T já em formação, e que reunirá numa pesada configuração Urano, Plutão, Saturno e Júpiter. Trata-se de um ano importante não só pela rara configuração como pela mudança do contexto astrológico em função da entrada de Urano e Júpiter em Áries e de Saturno em Libra. Teremos de volta a turbulência dos anos 60?

Nesta nova edição do evento Presságios, seis astrólogos discutirão alguns temas que realmente podem afetar nossas vidas. Na pauta, as previsões sobre o país e sobre nosso cotidiano, mas também sobre o ambiente macro: as mudanças climáticas do planeta, as tensas relações internacionais e as incertezas econômicas para os anos vindouros. Serão tempos de esperança ou de inquietação?

Brindes – Para os participantes da versão ao vivo do Presságios 2010 o ingresso já inclui um delicioso coffee-break. Já os participantes via internet receberão uma exclusiva análise do impacto da quadratura T Urano-Saturno-Plutão em cartas pessoais, casa por casa, aspecto por aspecto. Um material precioso para quem quer transformar a tensão da quadratura em energia produtiva.

Temas e palestrantes

Programa

–Recessão econômica mundial: melhora ou agravamento?
–A sucessão presidencial no Brasil: Dilma, Serra ou surpresas pela frente?
–Obama e o novo papel dos Estados Unidos
–A reinvenção do Brasil
–Conflitos latentes: Irã, Afeganistão e outras áreas explosivas
–Oportunidades no meio da crise: o céu pessoal em 2010

Palestrantes

Celisa Beranger (RJ) é diretora da Escola Espaço do Céu, autora de diversas obras especializadas e ex-presidente do SINARJ – Sindicato dos Astrólogos do Rio de Janeiro.
Hanna Opitz (SP) é introdutora no Brasil de algumas técnicas inovadoras, como o Feng Shui Astrológico e a Astrologia Uraniana. Especialista em previsões utilizando técnicas de leitura simbólica.
Fernando Fernandes é mestre em Sistemas de Comunicação. Edita o site Constelar e dirige a Escola Astroletiva. Autor de mais de uma centena de artigos na área de Astrologia Mundial.
Carlos Hollanda é mestre em História Comparada e professor universitário, além de webmaster do site História e Imagem. Trabalha com Astrologia desde 1988 e é autor do livro Progressão Lunar e Kabbalah (SP, Ed. Elevação, 1999.).
Dimitri Camiloto é astrólogo no Rio e mestre em Sociologia e Antropologia pela UFRJ, sendo autor da dissertação Divinação, Mercado e Modernidade, um estudo sociológico do fenômeno dos 0900. Autor do blog Dimitri, de Astrologia Mundial, no site Constelar.
Vanessa Tuleski é astróloga no Rio de Janeiro, autora do livro Signos Astrológicos – As Doze Etapas para a Auto-realização (veja site pessoal),  e responsável pelo blog Cosmo & Cotidiano, no site Constelar.

Presságios 2010 em versão internet

Todas as palestras serão gravadas em arquivos de áudio que você pode adquirir em formato mp3 e baixar para ouvir no seu micro ou mp3 player. Também estarão disponíveis os arquivos Power Point utilizados pelos palestrantes, convertidos para apresentações em Flash. O material, com áudio de alta qualidade e toda a atmosfera do evento ao vivo, poderá ser baixado diretamente da internet a partir de 12 de dezembro.

Reservas e pagamentos: São três opções:
Só ao vivo – Ingresso para o evento Presságios 2010, em 28 de novembro (incluindo coffee-break). — R$ 65,00

Versão internet – Acesso à versão internet de Presságios 2010, a ser liberada em 12 de dezembro, incluindo arquivos .mp3 e Power Point das palestras, além de material adicional de outros astrólogos convidados e a análise do impacto da grande quadratura T em cartas pessoais. — R$ 65,00

Completo – Ingresso para evento ao vivo (28/11) e acesso à versão internet de Presságios 2010 (liberada em 8/12), incluindo todos os extras das opções anteriores. — R$ 79,00

Reserve a sua participação e pague com Pagseguro (boleto bancário, transferência online ou parcelamento no cartão de crédito). Para acessar o formulário e saber maiores detalhes, acesse:

http://www.astroletiva.com.br/eventos/pressagios2010.php

Para onde vai a receita do evento

Ao adquirir o ingresso, você estará colaborando com a manutenção da Creche Comunitária Santa Clara, mantida pela ONG Casa de Francisco de Assis (Rua Alice, 308 – Laranjeiras – Rio de Janeiro). Todos os palestrantes concordaram em ceder a receita do evento para esse projeto social, que já funciona há mais de quinze anos no bairro carioca de Laranjeiras. Você pode conhecer mais sobre o trabalho da Casa de Francisco de Assis nesta matéria do RJTV, o noticiário local da Rede Globo:

Consultas em 2009

comédia tragédia vida horiz
A abordagem na consulta astrológica valoriza o significado simbólico e sua correspondência entre as questões particulares e os principais movimentos mundiais. Os eventos identificados no tempo (passados, presentes ou futuros) são sempre associados de alguma forma aos principais temas do momento (em 2009).

Os tópicos mais relevantes no mundo hoje são:
* Tendências contemporâneas – contexto cultural
* Transformação radical dos sistemas e em qualquer estrutura hierárquica
(crise de poder nas lideranças e supremacias sócio-políticas)
* Renovação através do confronto entre a instabilidade do novo (globalizante e subjetivo) versus a estabilidade dos padrões já conhecidos (seletivos e pragmáticos)
* Expansão da hipersensibilidade e a valorização da espiritualidade de forma coletiva, humanitária

As técnicas empregadas são as que melhor atenderem ao serviço solicitado pelo cliente. Esta definição inicial é fundamental, diante das múltiplas leituras que um mapa astral propicia. (ver página O que é astrologia?)
Na consulta, vamos observar juntos os ciclos e suas fases, identificando inícios, prevendo movimentos e visualizando caminhos. As características pessoais indicadas pelo mapa de nascimento, por exemplo, também são analisadas em seu aspecto evolutivo.

O “agora” é privilegiado, por ser o instante criador do destino “real”.

rotação estelar

rotação estelar

Isar 2009

ISAR Conference 2009 - Astrology's Value to Society

maio 2009

22 de Maio de 2009 - 5:30 h - Rio (leste)

 

 A foto não está muito boa… mas tá bonito!

(Vênus e Marte em Áries, Lua em Touro e o Sol nascendo em Gêmeos)

Cometa LULIN

foto NASA

foto NASA

Cometa Lulin estará mais próximo da Terra dia 24 (38 milhões de milhas de distância), na constelação de Leão, no signo de Virgem, próximo a Saturno (como uma nuvenzinha esverdeada).

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“(Porque tudo aquilo que brilha, em qualquer lugar que se observe, ou em qualquer tempo, é digno de notar-se.)”

“Ou também pode ser que Deus, compadecido de nosso destino imediato, envie estas luzes e estes transtornos dos signos ao mundo, porque nunca o espaço se iluminou com luzes inúteis.”

850 – Astronomicon – Marcus Manilius – sec.I 

Trechos sobre os fenômenos luminosos e as significações nefastas associadas à passagem de um cometa.

           Tem astrólogo se arriscando, prevendo “infortúnios” para os dirigentes do Brasil (Sol em Virgem).  De acordo com o Tetrabiblos de Ptolomeu, o cometa estando ocidental ao Sol (como é o caso, distância maior que 180º), os eventos relativos a ele ocorreriam mais adiante e não imediatamente. Vamos observar e registrar os acontecimentos.

História do descobrimento (em 2007) do cometa na página:

http://science.nasa.gov/headlines/y2009/04feb_greencomet.htm

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          Plutão em Capricórnio traz grandes transformações em estruturas, lideranças e hierarquias (ver o post anterior – A HIERARQUIA E A GRAVIDADE).

          No mundo, as maiores mudanças serão observadas na política e na economia.

          Cada signo solar terá o seu foco de atenção nas seguintes áreas indicadas abaixo. No caso de signo ascendente, a associação pode ser mais visível, relativa aos “acontecimentos”. Ex.: Signo solar – Aquário com Ascendente – Touro: Poder transformador na conexão com o não visível, no inconsciente, atuando nas questões relativas ao estrangeiro, estudos, viagens, questões legais ou religiosas. Já o inverso: Signo solar Touro com Ascendente Aquário: Poder transformador relacionado ao estrangeiro, estudos, viagens, questões legais ou religiosas, atuando na conexão com o não visível, no inconsciente.

          Neste breve resumo, podemos ter uma noção de onde o movimento poderoso de destruição e regeneração associada à Plutão estará atuando (de 2008 a 2024):

Áries – no setor social, profissional ou na estrutura familiar   

Touro – relativo ao estrangeiro, estudos, viagens, questões legais ou religiosas

Gêmeos – nos assuntos que envolvem uma fusão com o outro, nos recursos compartilhados

Câncer – nos relacionamentos

Leão – no cotidiano, no trabalho ou na saúde

Virgem – na criatividade (inclusive filhos), na capacidade de expressão da individualidade

Libra – na vida privada, família, casa

Escorpião – no meio circundante (irmãos, parentes e vizinhos), na comunicação em geral

Sagitário – nos valores e recursos próprios

Capricórnio – na iniciativa, no modo de agir ou no próprio corpo

Aquário – na conexão com o não visível, no inconsciente

Peixes – associado a amigos, grupos ou nos planos para o futuro

          Sugestão: Você pode também checar como foi a passagem de Plutão (a transformação) nos últimos 13 anos (quando em Sagitário desde 95) lendo o signo seguinte ao seu. Ex.: Peixes lê o de Áries. 

A hierarquia e a gravidade

Introdução

          Com Plutão entrando em Capricórnio, as autoridades mundiais sofrem a força natural da gravidade. O poder de transformação vem regenerar o que é reconhecido como supremo.

          Os trânsitos críticos deste astro (recentemente destituído da condição de planeta), sempre me fazem lembrar o bandido quando anuncia um assalto: “- Perdeu, perdeu! Passa tudo!”  Resistir pode ser fatal…

 

A supremacia do centro na escolha de uma representatividade

          A teorização astrológica pode também sofre mudanças devido a uma dificuldade de apreensão e entendimento do porque aquele determinado conhecimento é assim simbolizado convencionalmente. Vamos ver os astrólogos estudando diferentes abordagens, experimentando outras técnicas. Mais do que nunca é essencial ao astrólogo, o conhecimento profundo dos mitos, símbolos e sinais com os quais trabalha. Sua visão pessoal molda não só a linguagem, como as formas de abordagem de acordo com a compreensão de seu tempo. O desconhecimento ou o desrespeito aos fundamentos da astrologia ou de qualquer premissa de uma determinada aplicação teórica pode anular a sua pertinência ao campo do saber astrológico. Essa é apenas uma pequena apreciação do rigor exigido do profissional, principalmente quanto à hierarquização.    

          Sendo uma visualização topocêntrica, de estrutura concêntrica, sua linguagem deve atender, portanto, a este “ponto de vista” – ao significado central, à essência do símbolo.

          Ao se transpor o conteúdo para a linearidade da construção da linguagem, sua “pureza” fica comprometida por estar sendo “manipulada” pela racionalidade de cada indivíduo. Cada um tem o seu sistema de hierarquização, organização e seus recursos. A exteriorização correta, ou seja, a boa e clara teoria é a que promove uma fiel reconstituição interna do tema em questão. Tanto no próprio emissor quanto no receptor. Essa visualização interna ocorre, quando a convenção utilizada não é apenas uma ressonância do natural, uma alegoria, mas seu correspondente por analogia. Como assim acontece na compreensão imediata diante de símbolos naturais, por exemplo.

          A hierarquia na astrologia se faz pelo grau de “pureza”. Os elementos de cada conjunto são individualizados, inteiros, totais. Assim como as cores primárias (formadoras da luz visível) que não são formadas por nenhuma outra, mas participam da composição de qualquer cor, mesmo que seja como oposta e complementar. A fração de uma inteireza sempre vem acompanhada do seu complemento, mesmo ele não sendo aparente. Assim como os símbolos abarcam o seu inverso.

          Portanto, Plutão em Capricórnio atuando nos sistemas hierárquicos, provoca também uma revisão da ordenação do pensamento e, claro, da linguagem. Os modelos antigos não servem mais. É preciso aprofundar-se, revisitar a origem, tocar o cerne. Os esquemas racionais vão tentar organizar as emoções percebendo o verdadeiro centro da questão, o qual só é reconhecido individualmente pelo coração. A linguagem simbólica então vem “socorrer” a expressão dos sentimentos, por transcender o determinismo espaço-temporal.

A visão espacial e o bidimensional

          A qualidade da informação não é definida por sua forma isolada de seu contexto. A identificação do significado de um ponto é definido por sua relação com o espaço. Vemos então surgir a linha que representa esta relação – o horizonte. Temos a noção do eu (no Ascendente, no que se eleva) por contemplarmos a oposição que nos define e limita (no Descendente, no ocaso). A “existência” é reconhecida através da relação.

          A percepção do centro na linearidade, só é encontrada após a apreciação da dualidade, da definição de seus extremos, no ponto comum. No meio do Céu, a dualidade é vista como complementares de uma só totalidade – a visão genérica. Só aqui, definimos o centro. A visão geral e imparcial obtida deste ponto de vista é uma representação do centro. Nem o Meio do Céu, nem Capricórnio são “o centro”, mas o representam em relação ao todo. O reconhecimento de supremacia, de autoridade ou a identificação do centro de qualquer coisa, torna-se impossível se não delimitarmos a dimensão, “o raio da ação”. A determinação do cume define o ângulo da abertura do compasso, a circunferência – linha do caminho evolutivo, a representação do ciclo, a manifestação do centro. Quando não dispomos dessa representatividade, ficamos oscilando entre opostos, experimentando a diversidade e a alteridade. Através de meras comparações e até mesmo no relacionamento com o outro, o máximo que conseguimos, é vislumbrar o ponto médio definido apenas pelo ponto de vista individual. Ao não reconhecermos uma autoridade, ficamos só no individual e no confronto à tudo o que é externo a nós. O que, ou quem se encontra numa posição de supremacia, só se mantém aí se for capaz de representar a totalidade da qual pertence.

Do alto

          O Meio do Céu, interseção do meridiano do lugar com a eclíptica, é reconhecido como o lugar do destino. Tradicionalmente, os astros situados nele, norteiam nossas vidas

          Do alto, observamos a abrangência e as particularidades referenciadas entre si e ao todo. Para o alto, projetamos nossas metas, almejando esse posicionamento privilegiado, símbolo da vitória sobre a gravidade. Plutão aí, angular, em Capricórnio, vem transformar o que consideramos mais representativo. Modificando estruturas e reformulando esquemas sociais. Ao meio-dia, no ponto máximo de luz, ele vai nos promover maior clareza na percepção do que é realmente relevante e mais importante. Com o astro da transformação neste ponto, as antigas representações de supremacia morrem, assim como qualquer classificação decorrente dela. A hierarquização natural, como a filiação, por exemplo, também deve receber uma nova abordagem ao longo desses 16 anos de trânsito. Tudo o que possa ser simbolizado pelo Sol, enquanto líder ou autoridade é igualmente alterado de alguma forma entre 2008 e 2009 principalmente.

           Como órfãos, sobrevivendo nesse “desnorteio”, teremos que descobrir nossos pais internos para nos orientarmos.

Na História

           Para a astrologia, este período traz transformações relativas à sua própria representatividade no social. Por estar baseada no princípio solar, ela recebe uma atenção especial. Assim foi entre 1637 e 1770 aproximadamente, com o declínio da astrologia no ocidente. Considerando que em 1762, Plutão fez a passagem de Sagitário para Capricórnio, destaquei alguns fatos relevantes da nossa história neste período crucial. São eventos apontados na maioria dos livros consultados.

          Na passagem do Iluminismo para o Romantismo (que antecede o Positivismo), o pensamento se voltava para as questões sociais. Há o combate à desumanidade da aristocracia e ao poder autoritário e dogmático da Igreja. Em “O Contrato Social” (1762) de Jean-Jacques ROUSSEAU – o teórico da Revolução Francesa (1789), apresenta sua visão política – o ideal de uma ordem estabelecida pela vontade da maioria:

          Submetendo-se cada um a todos, não se submete a ninguém em particular, e como não há um associado sobre o qual não se adquira o mesmo direito que se cede sobre si próprio, se ganha a equivalência de tudo o que se perde e maior força para conservar a que possui.

 

          Filósofos oscilam entre duas concepções, as quais irão se unir no fundamento das ciências: o racionalismo empírico através da sistematização. As estruturas visíveis da natureza eram transcritas em linguagem. Surgem então, os chamados “enciclopedistas”. De 1751 à 1777 – Denis DIDEROT (filósofo) e Jean D’ALEMBERT (filos. matemático) lançam a “Enciclopédia ou Dicionário Racional de ciências, artes e comércio” (contendo críticas a religião e na intenção de reunir todo o conhecimento).

 

          Outros destaques importantes:

*       1735 – Carl Von LINNÉ – publica na Holanda “Sistema da Natureza” – sistema binominal de classificação de plantas e animais (utilizado até hoje). Sistematizado em 5 categorias: classe, ordem, gênero, espécie e variedade.

*       Teorias de Antoine-Laurent LAVOISIER (1743-1794 – pai da química moderna, como ciência, de quem se atribui a frase:  “Na natureza nada se cria, nada se destrói, tudo se transforma.”

*       de 1749 e 1788 – Georges LECLERC (conde de Buffon) – “História natural, geral e particular “ (biólogo que já chega muito próximo a teoria da evolução)

*       1769 – James WATT (matemático e engenheiro escocês – aprimora a máquina a vapor, prenunciando a Revolução Industrial)

*       1775 – Abraham WERNER – (“pai” da geologia histórica – origens da crosta terrestre – funda escola na Saxõnia)

*       1775/1783 – A Guerra da Independência dos Estados Unidos da América (1776)  teve suas raízes com a assinatura do Tratado de Paris  (10-2-1763, entre: Reino Unido, França, Portugal e Espanha ) que pôs fim à Guerra dos Sete Anos. 

*       1781 – Immanuel KANT publica “Crítica da Razão Pura“. Sua filosofia, para escapar do racionalismo, delimita o valor da metafísica para integrá-la em um novo pensamento – idealismo transcendente. (Início da ciência moderna).

 

          Na pintura, Jean-Honoré Fragonard em “The Gardens of The Villa d’Este” (1762) apresenta uma paisagem idílica, exuberante, repleta de detalhes no estilo Rococó (francês).

          Na música, uma curiosodade: Em 1759, Leopoldo Mozart começou a ensinar cravo a seus filhos: Nannerl com 8 anos e Wolfgang com 3!  A partir de 1762, a família inicia uma jornada pelo mundo. Com 5 anos, Mozart já havia composto umas 10 peças (catalogadas). Em 63, com 7 anos em viagem à Paris, conhece Maria Antonieta (com a mesma idade).

Os grandes compositores da época eram Handel e Haydn, mas ainda imperava a música de Bach (falecido em 1750), sendo o preferido de Mozart.

 (ver 2009 – parte 2 – Plutão em Capricórnio)

          Em 27 de Maio (em Julho e Dezembro também), Júpiter faz conjunção exata com Netuno em Aquário.  Momento de expansão da percepção do ilimitado de forma coletiva. É o momento de compartilhar sonhos e esperanças, de se ter fé no humano. Com os dois regentes de Peixes (e na casa 12 dele), vamos viver o que “inspira” este signo.


           Aquário, 11º signo do zodíaco, tem como imagem o aguadeiro que derrama, distribui a fonte da vida, compartilha o conhecimento. Júpiter (“o grande benéfico”), associado à expansão, durante todo este ano (e a cada 12) neste signo da fraternidade (de 05/01 à 18/01/2010), vem ampliar a nossa percepção do que é sutil, do ilimitado que nos une – função de Netuno. Como uma dádiva de sabedoria e compaixão em toda manifestação humanitária. Este trânsito favorece as amizades, grupos, “ONGs” além de fortalecer a esperança no futuro e capacidade de sonhar. Cada pessoa vai viver isso de uma determinada forma. Muitas vezes estamos tão envolvidos em crises e mudanças tão importantes que nem percebemos as oportunidades e a ajuda que estamos recebendo. Dependendo do caso, Júpiter até agrava uma situação por ampliá-la. Vendo pelo lado negativo, esse trãnsito, devido a sua capacidade de transpor limites (por transcendência e não por rompimento), pode promover um excesso de confiança, de ilusão. Ele será vivenciado por cada signo solar através do seu foco de atenção nas seguintes áreas indicadas abaixo. No caso de signo ascendente, a associação pode ser mais visível, relativa aos “acontecimentos”. Ex.: Signo solar – Leão com Ascendente – Capricórnio: Expansão através dos relacionamentos observada através da expansão dos valores e recursos próprios. Já o inverso: Signo solar Capricórnio com Ascendente Leão: Expansão dos valores e recursos próprios, observada pelo crescimento dos relacionamentos ou através deles.

Áries – recebe ajuda de amigos e grupos, faz planos para o futuro

Touro – possibilidades no setor social, crescimento profissional

Gêmeos – expansão dos horizontes da comunicação, estudos, viagens e questões legais

Câncer – maior confiança nas mudanças, oportunidades através de recursos compartilhados

Leão – crescimento dos relacionamentos ou através deles

Virgem – maior facilidade na manutenção do cotidiano, trabalho, saúde

Libra – criatividade, oportunidades de expressão da individualidade

Escorpião – mais confiança interna, oportunidades relacionadas à família, à casa

Sagitário – oportunidades através dos contatos, expansão do aprendizado, da mobilidade e da comunicação em geral

Capricórnio – expansão dos valores e recursos próprios

Aquário – otimismo e confiança nas suas iniciativas

Peixes – amplia sua conexão com o não visível, você não identifica de onde vem a ajuda

          Sugestão: Você pode também checar como foi a passagem de Júpiter (a expansão) no ano passado (quando ele esteve em Capricórnio) lendo o signo seguinte ao seu. Ex.: Peixes lê o de Áries. Coincidentemente, a última conjunção Júpiter/Netuno (que ocorre a cada 13 anos) também foi em Capricórnio (Em 1997, quando 2 eventos foram bem significativos: a consolidação do Tratado da União Européia e a queda do último braço importante do império britânico – Hong Kong volta para a China após 156 anos.)

          Voltando ao evento – Júpiter conjunto Netuno em Aquário, sua última ocorrência foi em 1843. Neste ano nasceu Koch *, descobridor do bacilo da tuberculose, tendo publicado sua descoberta em 1882, também sob uma conjunção de Júpiter/Netuno (em Touro).

          Em sintonia com esta bela e benéfica efeméride, espero que nossas ações este ano sejam também dignas de um Nobel. Nossos dirigentes estão precisando mesmo desenvolver o amor incondicional pela humanidade! Você acredita em milagre? Presidente dos EUA negro?  Pois é… parece milagre. Mas antes do “Sim, nós podemos., houve um “Eu tenho um sonho.” (Ver 2009 – parte 2 – Plutão em Capricórnio)

 “…Existia, pois, uma razão derivada da natureza das coisas, incitando ao bem e afastando do mal, que para chegar a ser Lei não necessitou ser redigida, pois que já o era desde sua origem. E sua origem é tão antiga como a mente divina. Por isso a lei verdadeira e essencial, a que manda e proíbe legitimamente, é a razão justa do grande Júpiter.” (CÍCERO, Das leis)

 

*(fonte Wikipédia) – Heinrich Hermann Robert Koch (Clausthal11 de dezembro de 1843 — Baden-Baden27 de maio de 1910) foi um médicopatologista e bacteriologista alemão. Foi um dos fundadores da microbiologia e um dos principais responsáveis pela atual compreensão da epidemiologia das doenças transmissíveis.

As suas principais contribuições para a ciência médica incluem a descoberta e descrição do agente do carbúnculo e do seu ciclo, a etiologia da infecção traumática, os métodos de fixação e coloração de bactérias para estudo no microscópio com respectiva identificação e classificação, e a descoberta, em 1882, do bacilo da tuberculose (o Bacilo de Koch) e sua responsabilização etiológica. O seu primeiro artigo sobre esta descoberta contém a primeira declaração do que veio a ser conhecido pelos postulados de Koch.

Em 1883, descobriu – ou redescobriu, segundo alguns autores – o vibrião colérico.

Foi contemplado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1905.

Este pequeno texto aborda algumas questões referentes à linguagem escrita ou falada utilizada principalmente na prática de atendimento e no ensino da astrologia.

Penso ser esta uma questão primordial e como tal, deve receber muita atenção. Além de uma postura ética e dos cuidados com as implicações psicológicas que envolvem uma consulta, um bom trabalho requer uma boa dialética. O discurso do astrólogo deve ser “construído” não apenas com informações precisas. Melhor dizendo: a precisão e a qualidade do trabalho dependem da sua forma, do potencial semântico da sua exposição. Esta habilidade está condicionada à integridade, à sinceridade do profissional. O bom profissional é cônscio da sua capacidade e função, mas principalmente, conhecedor dos fundamentos de suas colocações e subordinado aos princípios – os seus e os do saber que professa.

A subjetividade é compreendida através da imagem simbólica gerada pela composição das palavras. O discurso se faz objetivo quanto mais se foca o essencial, sem a pressa em dar-lhe uma definição, uma forma. A analogia ali estudada precisa ser reconstruída para ser inteligível com palavras. O seu significado não está nelas. Elas devem ser como letras que formam “a palavra virtual” portadora do significado. Formando um símbolo, um desenho, uma imagem mental que propicie a percepção da analogia em questão. A dificuldade está em ser fiel à sua grandeza. Duas tendências então, são comuns de ocorrer, vindo em auxílio para compensar essa dificuldade: a do “astrologuês” ou o da excessiva pontuação de eventos passados. Ou seja, surge a vaidade ou o exibicionismo como forma de comprovação de capacidade. Como a arte, isso não se ensina. Embora o professor deva incentivar através da sua própria postura, no mínimo, a honestidade. E como tudo na vida, com amor e boa vontade tudo flui bem, todos acabam se entendendo.

O que tem e faz sentido, o será, em cada ser, quando for para ser. Mesmo partindo do princípio de que o astrólogo sabe da “química mental” do cliente, seu comportamento, interesses, seu momento e evolução, o agora só se desenha quando se está vivendo.  Assim como o conhecimento adquirido não é apenas transposto, mas reciclado através da vivência. Achei legal, mas não lembro quem disse: “Gosto de ser professor porque gosto de estar sempre aprendendo.”

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